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Pandemia recua e Rio Preto flexibiliza o comércio

11 Out

Pandemia recua e Rio Preto flexibiliza o comércio

Média de casos cai 59%, mas secretaria alerta que é preciso manter a prudência 

Após um longo período de enfrentamento de uma das mais ameaçadoras crises da história da saúde mundial, o monitoramento da pandemia e as ações contínuas do comitê gestor da crise do coronavírus no município revelam um cenário animador para Rio Preto. Com os números de infectados em queda, a cidade entra numa fase mais flexível, mas ainda precisando manter todos os cuidados de higienização, uso de equipamentos de proteção e respeito a regras de distanciamento.  

Em apenas uma semana, houve queda de 59% na média móvel de casos de pacientes infectados, os índices de ocupação de leitos permaneceram estáveis e, como consequência desse equilíbrio, o governo do Estado não só manteve a cidade na fase Amarela do Plano São Paulo como ampliou os horários de funcionamento do comércio e das atividades de prestação de serviços. 

O número de infectados passou de 185 no dia 1º para 116 casos confirmados no dia 8 de outubro. A média móvel de casos atingiu o pico no dia 1º de agosto, com 291 registros. Portanto, a tendência de queda já dura ao menos dois meses. A taxa de ocupação de leitos de UTI em Rio Preto é de 59,45%. São 356 pacientes internados, destes 151 são positivos para Covid-19 (74 em UTI e 77 em enfermarias). No auge da pandemia, a ocupação específica de leitos para pacientes com a doença em algumas unidades hospitalares chegou a 100%. 

Com a pandemia em queda, a Secretaria Municipal de Saúde anunciou a revisão do sistema de atendimento nas unidades de saúde. O secretário Aldenis Borim afirmou que algumas UBS e UPAs retornam para o atendimento normal à população. É o caso da UBSF Vila Mayor e UBS Vetorazzo, que não precisarão mais prestar serviços relacionados a problemas respiratórios e Covid-19. 

Enquanto isso, as UBSFs do Estoril, Lealdade e Amizade, Solo Sagrado, Anchieta, Santo Antonio e Caic/Cristo Rei atenderão apenas problemas respiratórios. Já a unidade do Anchieta (nova) continua atendendo casos moderados de Covid-19, e as UPA do Jaguaré e Santo Antonio estão a postos para casos mais graves de Covid referenciados, quando o paciente já foi encaminhado de outra unidade. 

 

Muita prudência 

Ao mesmo tempo em que falou com otimismo sobre a queda no número de casos, o secretário Aldenis Borim alertou que ainda é momento de prudência. “No último feriado tivemos um aumento dos casos positivos nas semanas seguintes. Essa é a preocupação atual, por conta de mais um feriado prologando, quando as pessoas acabam saindo de suas casas, mantendo contato com pessoas fora do seu convívio diário”, disse, em referência ao 12 de outubro. 

Em nota à imprensa, a Prefeitura informou que a cidade tem até o momento 23.786 pessoas infectadas pelo coronavírus, mas 88% do total, que corresponde a 20.939 pessoas, já estão recuperadas e não propagam o vírus. Outras 2.389 pessoas positivas são da área da saúde e 2.520 apresentaram complicações respiratórias mais graves da doença. Na atualização, a secretaria informou que o percentual de positividade de casos leves é de 36%; e de 47% para os casos graves. 

 

Comércio ampliado 

Com a situação sob controle e sinalizando que pode evoluir se a população mantiver os cuidados, o governo do Estado confirmou na sexta-feira, 9, a manutenção da região -- e do município -- na fase amarela do Plano SãoPaulo, e ampliou os horários de funcionamento do comércio. A partir de agora, estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços poderão permanecer abertos por até 10 horas, duas horas a mais. A flexibilização inclui o horário de funcionamento de estabelecimentos comerciais, serviços e shoppings centers. 

Segundo as informações da Prefeitura distribuídas à imprensa, “academias passam a funcionar com capacidade limitada a até 30% da capacidade máxima de usuários. Para o Ensino Médio, a capacidade limitada é de até 20% de alunos matriculados. Para o Ensino Superior, a capacidade limitada é de até 40% para os cursos de medicina, farmácia, enfermagem, fisioterapia, odontologia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, nutrição, psicologia, obstetrícia, gerontologia e biomedicina. Demais cursos do ensino superior tem capacidade limitada a até 35% de alunos matriculados.”

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